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‘CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL’ HUMANIZA ATENDIMENTO AO PÚBLICO COM OFERTA DE PSICÓLOGOS DURANTE EVENTO

  • há 4 horas
  • 2 min de leitura

Iniciativa é coordenada pelo Instituto Maria José, braço social da MJ MUSIC. Profissionais ficam em uma sala de acolhimento.

O atendimento é gratuito!


Muito do sucesso do “CÊ TÁ DOIDO FESTIVAL”, label que já rodou o país esgotando ingressos e que vai percorrer os quatro cantos do Brasil até o final deste ano com Ícaro & Gilmar, Panda e Humberto & Ronaldo, está no tratamento diferenciado ao público.


O projeto que inclui outros artistas como os DJs Pedro Volt e Comandante, o “pagonejo” do CDB e o locutor Pedro Lima garante pelo menos dez horas de entretenimento por edição, sendo mais de quatro horas de shows apenas com os artistas do “CE TÁ DOIDO”.


Pensando no bem-estar do público e preocupado com o conforto e segurança não só física como psicológica do mesmo, o Instituto Maria José (IMJ), braço social da MJ MUSIC, oferece uma sala de acolhimento com psicólogos e intervencionistas em todas as edições. “O

objetivo é ajudar as pessoas em suas vulnerabilidades, apostando em uma contenção de redução de danos”, explicou a coordenadora de apoio psicológico do IMJ, Brenda Barbalha.


As situações atendidas na sala de acolhimento compreendem crises, como de ansiedade e

de neurodivergências, ocorridas durante o Festival e também orientação para pessoas queestão na área PCD. “Nosso atendimento tem um foco majoritário nas mulheres que podem sofrer algum assédio durante o evento. Também atendemos e orientamos sobre possíveis casos de racismo e homofobia, por exemplo”, detalhou Brenda. “Esse serviço é estendido a

equipe que atua no projeto”, complementou.

“É o respeito que o público que nos acompanha merece”, justificou o empresário Michel Cabral. Ele, ao lado dos irmãos Fernando e Rafael Cabral, estão à frente da MJ MUSIC, uma das maiores empresas de entretenimento do país. “Inúmeras situações durante um show, que muitas vezes é usado para descontrair e extravasar, podem expor pessoas e suas

vulnerabilidades. Estamos, neste contexto, prontos para ajudar, para acolher”, finalizou Dhionnata Nunes de Oliveira, presidente do IMJ.

“Eu nunca tinha visto nada parecido. Um trabalho muito importante e que a gente só se dá

conta quando precisa”, afirmou Ana Lopes que participou da edição de Brasília (DF) do “CÊ

TÁ DOIDO FESTIVAL”.

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