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MABEL SE REÚNE COM SECRETÁRIO DE SAÚDE PARA AGILIZAR EMENDAS PARA HOSPITAIS DE PG

  • 12 de fev.
  • 2 min de leitura

Reunião com o secretário de estado da Saúde (SESA), Beto Preto, aconteceu essa semana em Curitiba (PR).


Deputada estadual também apresentou projeto de lei que assegura a opção pelo uso de analgesia por parte da gestante no Sistema Único de Saúde (SUS)


A deputada estadual Mabel Canto (PP) esteve nesta semana reunida com o secretário de estado da Saúde (Sesa), Beto Preto. O encontro ocorreu em Curitiba (PR). Entre os assuntos tratados estão emendas para três hospitais de Ponta Grossa: Hospital Santa Casa de Misericórdia, Hospital do Coração Bom Jesus e Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais. “Estive reunida com o secretário na intenção de agilizar a liberação dos recursos”, detalhou a parlamentar.

As verbas serão aplicadas na aquisição de equipamentos e elaboração de projetos para a ampliação do atendimento na região. “Saúde é uma das prioridades do meu mandato. É necessário acompanhar de perto como está cada solicitação nossa. O tempo faz toda a diferença quando o assunto é saúde”, destacou Mabel Canto.

Na ocasião, a parlamentar aproveitou ainda para saber como está a trâmite para a construção de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) tipo III em Ponta Grossa, na região do Nova Ponta Grossa. “A verba segue evoluindo junto a Sesa. Será um recurso fundo a fundo, ou seja, quando liberado o depósito será direto para a Prefeitura”, explicou Mabel Canto.

A parlamentar discutiu ainda a destinação de emendas para as cidades de Reserva e Ipiranga. Cada uma deverá receber uma nova ambulância.

Durante encontro a deputada estadual Mabel Canto também aproveitou para apresentar o projeto de lei protocolado por ela na retomada dos trabalhos na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) na semana passada.

O objetivo é atualizar a Lei nº 21.926/2024 que instituiu o Código Estadual da Mulher Paranaense, acrescentando um novo artigo que assegure a opção pelo uso de analgesia por parte da gestante durante o trabalho de parto ou no parto, desde que apresente as condições clínicas adequadas e respeitando o parecer médico para o caso. “Pedi apoio a ele para mais essa conquista para as nossas gestantes no Sistema Único de Saúde (SUS). Ele se comprometeu, da parte dele, a nos ajudar”, reforçou a parlamentar. O projeto de lei não impõe a utilização da analgesia, tampouco interfere na autonomia técnica do profissional de saúde. Ao contrário, busca estabelecer equilíbrio entre o direito de participação da mulher nas decisões relacionadas ao parto.

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