Mulheres trans estão BANIDAS de competirem em categorias femininas nas Olimpiadas de 2028
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Entre a inclusão e a equidade: o debate sobre a participação de mulheres trans nas Olimpíadas de 2028

Durante muito tempo, o Comitê Olímpico Internacional optou por não impor uma regra universal sobre a participação de atletas trans, deixando essa definição sob responsabilidade das federações de cada modalidade. Essa postura foi oficializada em 2021, o que acabou gerando critérios variados ao redor do mundo.
Com a chegada da nova presidente, Kirsty Coventry, houve uma mudança de direção. O COI passou a adotar um posicionamento mais firme ao considerar que, no esporte de alto rendimento, diferenças físicas mínimas podem ser decisivas para o resultado final. A partir dessa perspectiva, a entidade entende que atletas nascidos biologicamente do sexo masculino podem manter vantagens que comprometem a equidade nas competições femininas, além de apontar possíveis riscos em determinadas modalidades.
Entre os fatores destacados estão níveis mais elevados de força, potência e resistência, relacionados a variações hormonais ao longo da vida. De acordo com o comitê, essas diferenças podem representar uma vantagem estimada entre 10% e 12% em esportes como corrida e natação, podendo ser ainda maior em provas que exigem força física.
As diretrizes também se estendem à maioria dos casos de variações no desenvolvimento sexual quando há características físicas associadas ao sexo masculino. No entanto, as novas regras não têm efeito retroativo e não se aplicam ao esporte amador.
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